Hidrógeno verde como vector de la descarbonización energética en Brasil
DOI:
https://doi.org/10.19180/1809-2667.v27n32025.23545Palabras clave:
hidrógeno verde, energía renovable, marco regulatorioResumen
Este artículo evalúa el potencial del hidrógeno verde en Brasil desde las perspectivas técnica, económica y regulatoria, posicionándolo como un elemento estratégico en la transición energética. Se destaca la sinergia entre las fuentes renovables solar y eólica, cuya complementariedad garantiza una mayor estabilidad en la generación eléctrica y mayor eficiencia en la producción de hidrógeno mediante electrólisis. A partir del análisis de los Complejos Chafariz y Luzia, se verifica que los proyectos integrados presentan una alta viabilidad técnica y un costo nivelado de hidrógeno (LCOH) competitivo, estimado en 2,70 USD/kg. Sin embargo, persisten obstáculos, especialmente la falta de un marco regulatorio consistente, esencial para atraer inversiones internacionales y garantizar seguridad jurídica. La reciente aprobación de la Ley Nº 14.948/2024, que establece el Marco Legal del Hidrógeno de Baja Emisión de Carbono, representa un avance importante, aunque aún depende de reglamentaciones complementarias para su aplicación efectiva. Se concluye que, con incentivos adecuados y alianzas estratégicas, Brasil tiene condiciones para destacarse como líder global en el mercado de hidrógeno verde, contribuyendo a la descarbonización de la matriz energética y al desarrollo sostenible.Descargas
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