UTE Marlim Azul y los riesgos del licenciamiento ambiental individualizado en Brasil

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.19180/2177-4560.v20n12026p3-16

Palabras clave:

Licenciamiento Ambiental, Inundaciones., Centrales Termoeléctricas, Recursos hídricos

Resumen

El licenciamiento ambiental, una herramienta de la Política Nacional de Medio Ambiente de Brasil, presenta fallas explotables en procesos individualizados. Este estudio demuestra las consecuencias de esta práctica, analizando las inconsistencias en la evaluación de los impactos ambientales del consumo de agua por la Central Termoeléctrica (UTE) Marlim Azul I, en Macaé-RJ. La metodología se basó en el análisis documental, comparando el proyecto emitido para la solicitud de la licencia previa con la concesión de uso de agua emitida por el INEA para la UTE Marlim Azul I, su proyecto efectivamente instalado y la evaluación posterior del IBAMA para su expansión (UTE Marlim Azul II). Los resultados señalan un consumo de agua potable del río Macaé por la UTE I inconsistente con el proyecto presentado originalmente para la licencia previa, que preveía un ciclo de agua cerrado con regeneración, mientras que su propio proyecto de expansión logra reducir el consumo de agua en un 95% al adoptar las tecnologías de regeneración previstas en el proyecto original. Se concluye que el licenciamiento aislado es ineficaz para proyectos a gran escala, ya que permite la acumulación de impactos de diferentes emprendimientos y potencialmente supera los límites de emisión aceptables. Se recomienda un enfoque sinérgico que evalúe los impactos acumulativos de los proyectos, revisando las licencias vigentes para incorporar tecnologías de mitigación ya disponibles.

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Biografía del autor/a

  • Gabriel Maial, Petrobras; IFF - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense.
    Graduado en Ingeniería Mecánica por la UFRJ, cuenta con formación de posgrado en Ingeniería de Seguridad Laboral e Ingeniería Submarina. Trabaja en Petrobras desde 2011 como ingeniero de interconexión submarina, con un amplio enfoque en investigación y desarrollo, análisis de incidentes y accidentes, y calificación de productos. Tengo interés personal en la ingeniería ambiental, la mitigación/corrección de impactos industriales y las energías renovables. Estudia una maestría en Ingeniería Ambiental en el IFF.
  • Dr. Augusto Eduardo Miranda Pinto, IFF - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense.
    N/A
  • Dr. Marcos Cruz, IFF - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense.
    N/A

Referencias

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Publicado

02-09-2026

Cómo citar

UTE Marlim Azul y los riesgos del licenciamiento ambiental individualizado en Brasil. Boletim do Observatório Ambiental Alberto Ribeiro Lamego, [S. l.], v. 20, n. 1, p. 3–16, 2026. DOI: 10.19180/2177-4560.v20n12026p3-16. Disponível em: https://editoraessentia.iff.edu.br/index.php/boletim/article/view/23541.. Acesso em: 6 sep. 2026.

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